segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Apresentação

Oii pessoal !
Somos um grupo do 1° B da Faculdade FASB que fica situado na cidade de São Bernardo do Campo - SP
Quem somos :

Amanda de Oliveira

 Ana Paula Ortiz

Camila Pessoa

Jéssica Santos

Karina Dominguez

Priscila Pina

Suzane Matos
 
Tayane Pereira

Alex Souza

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Metade dos jovens entre 18 e 20 anos não consegue emprego formal

Entre as mulheres o índice é 11,1% e entre os negros, 10%

Agência Brasil


O Ministério do Trabalho e Emprego e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) lançaram nesta terça-feira (25) o Anuário do Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda 2010/2011. Segundo os dados, o desemprego entre os jovens de 18 a 20 chega a 50%. Entre as mulheres é 11,1% (contra 6,2% entre os homens). E entre os negros, 10% (contra 7,3% da população branca e 9,1% da parda). Todas as comparações são com dados de 2009.
Sobre os problemas, o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, confirmou a preocupação com o desemprego maior entre mulheres, negros e jovens. “Há ainda um caminho muito longo para que mulheres, negros e jovens tenham uma participação mais igualitária do ponto de vista da ocupação e das condições de trabalho, para que todas as pessoas possam ter um sistema de proteção social adequado”, disse.
Apesar disso ele afirmou que, no geral, os dados mostram que há uma forte geração de empregos com carteira assinada e, consequentemente, redução do desemprego e da informalidade. Ele destacou o crescimento do setor das cooperativas, que já somam mais de 25 mil no país, que impulsiona  ainda mais a oferta de vagas.

Para o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, o anuário é uma “fotografia numérica” do emprego em cada região. “O anuário serve às políticas de emprego e qualificação do ministério, mas também para, por exemplo, uma empresa que quer se instalar em uma determinada região saber se tem trabalhador qualificado para o tipo de serviço, saber se a faixa de salário do consumidor vai fazer com que valha a pena ele se instalar nessa região”, explicou. Até o final do ano, o anuário estará disponível na página do ministério na internet.


Boa Noticia

Brasil sobe da 20ª para a 8ª posição no ranking de otimismo sobre emprego

A pesquisa engloba mais de 11 mil empresas privadas em 39 países

O Brasil ganhou 12 posições no ranking de otimismo sobre emprego de 2011 nas empresas privadas mundiais passando da 20ª colocação para a 8ª. A avaliação é do International Business Report 2011 (IBR) da Grant Thornton, que avalia também que o índice de emprego, que vinha caindo desde o final do ano passado, apresentou no 3º trimestre uma elevação de 18% para 44%, resultado bem acima da média global de 24%.
"Os sinais de que o crescimento econômico no país deve continuar com corte dos juros e inflação sendo controlada estão elevando a confiança dos empresários e influenciando no aumento de otimismo para o planejamento de contratação de funcionários nas empresas privadas brasileiras. Além disso, o consumo aquecido tende a encorajar essas companhias a contratarem", comenta Octávio Zampirollo, Sócio da Grant Thornton Brasil.
Os países mais otimistas com o nível de emprego nas empresas privadas foram a Índia (67%), Turquia (56%), Vietnã (52%) e Argentina (47%). Entre os mais pessimistas estão Grécia (-32%), Espanha (-14%) e Irlanda (-13%).
Regionalmente, os países do APAC (exceto Japão) são os maiores empregadores (40%), seguidos pelos países do BRIC (Brasil, China, Rússia e Índia) e América Latina, ambos com 39%.
Na contramão, as regiões que apresentam o menor percentual de empresários contratando são o grupo dos países europeus Portugal, Itália, Grécia e Espanha (-17%), a Zona do Euro (6%) e União Européia (8%) e América Latina (31%).
A pesquisa engloba mais de 11 mil empresas privadas em 39 países. 
Retirado de: http://www.administradores.com.br/informe-se/economia-e-financas/brasil-sobe-da-20-para-a-8-posicao-no-ranking-de-otimismo-sobre-emprego/49182/

Apagão de talentos ou líderes incompetentes?

Ineficiência da liderança na hora de tomar decisões e traçar o destino de uma empresa pode se tornar o principal obstáculo para o desenvolvimento de uma empresa, acredita consultora

Um dos assuntos mais comentados nos últimos tempos é o chamado "apagão de talentos" que o Brasil estaria vivendo neste momento. Muito se discute, tanto na mídia e veículos especializados quanto em reuniões dentro do ambiente corporativo, sobre a falta de mão de obra qualificada para as empresas expandirem suas atuações e, consequentemente, ganharem mais mercado.
Entretanto, por quais motivos esse "problema" não atinge todas as organizações? Será que gestores incapacitados para o cargo ou modelos de gestão desatualizados com a evolução do mercado não atravancam o progresso de companhias e, principalmente, de pessoas?
Segundo a pesquisa Global CEO Sudy 2010, realizada pela IBM, a falta de profissionais qualificados é a maior preocupação dos CEOs. Além disso, o estudo também aponta que no Brasil a falta de mão de obra especializada é o maior problema de 71% dos presidentes das empresas entrevistadas, um percentual superior à média mundial, de 58%.
Para Roberta Yono Ebina, da consultoria Muttare, "o que existe nas organizações são pessoas sedentas por realizar suas responsabilidades e se mostrarem úteis, dando o seu melhor e querendo ver sua contribuição ser reconhecida. Mas, por outro lado, o excesso de gestores que, com a prepotência do conhecimento e o medo, impedem alguns colaboradores de realizarem".
Segundo Ebina, com medidas paliativas, as empresas acabam não conseguindo resolver os problemas existentes. "Não há consultoria ou programa de formação de líderes que dê conta dessas características. São apenas os sintomas que são tratados e não a causa do problema", destaca.
"Diante deste cenário, o que temos na realidade são gestores mandando e pessoas talentosas ociosas, passivos trabalhistas exorbitantes, fazendo, por fim, consultorias ganharem dinheiro comercializando 'fórmulas milagrosas'", a consultora.
"O programa de formação de liderança, por exemplo, é eficiente e não eficaz. Investir somente em treinamento de formação de liderança sem mudar a estrutura de comando e controle pode ser um tiro no pé, tanto para o gestor, que se arrisca a perder o cargo, quanto para sua equipe", conclui Roberta. 


Retirado de : http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/apagao-de-talentos-ou-lideres-incompetentes/49194/

"O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário."
Albert Einstein



Liderança criativa pode tornar ambiente de trabalho mais feliz, divertido e inovador

Um líder criativo compreende as diferenças individuais e sabe que pessoas mais felizes têm melhores resultados, diz especialista



A prática da liderança criativa pode deixar o ambiente de trabalho mais divertido, inovador e feliz. Ao menos esta é a opinião da especialista em comportamento humano que ministrou palestra em São Paulo na última semana, Branca Barão.
Em entrevista ao portal InfoMoney, Branca explicou que a liderança criativa ajuda a equipe a criar um resultado superior e diferente do que tinha antes do início da prática, já que ela estimula as pessoas a fugirem da rotina dos processos, buscando novas oportunidades no dia a dia de trabalho.
Neste sentido, diz ela, um líder criativo compreende as diferenças individuais dos profissionais, reconhece a necessidade de criar a cultura da criatividade, além de compreender que pessoas mais felizes têm melhores resultados.
“A ideia é trazer a cultura da criatividade para a equipe, na medida do possível, assim como o direito à autenticidade, à espontaneidade e ao erro, como parte do processo de mudança e aprendizado”, ressalta.
Práticas
Dentre as principais práticas da liderança criativa, Branca destaca as seguintes:
  • Criar um “playground” corporativo, com momentos divertidos durante o dia, quando as pessoas poderão sair de trás da tela do computador e, literalmente, trocar ideias;
  • Promover a integração das pessoas para a construção de relacionamentos mais gratificantes;
  • Motivar e recompensar a equipe por novas ideias;
  • Dar o crédito aos verdadeiros criadores destas ideias;
  • Desmistificar a criatividade, a não aceitação, o erro e a crítica.
Como se tornar um líder criativo?
Ainda de acordo com Branca, a equipe é reflexo do líder, por isso, é importante que a prática da liderança criativa faça parte dos hábitos deste profissional.
Dessa forma, o gestor que quer se tornar este tipo de líder deve fugir do “piloto automático”, prestar atenção à rotina, às emoções da equipe e impor desafios. “Pessoas precisam de desafios, porém, na medida certa. Se forem poucos, ficam acomodadas, se forem muitos, acabam estressadas. Cabe ao líder buscar constantemente este equilíbrio”.
Abaixo, quatro focos do líder criativo:
  • Fazer o que “tem de ser feito” e o que “pode ser feito de diferente e melhor”;
  • Relacionamento e resultados;
  • Respostas certas e ideias novas;
  • Sério e informal.
Profissionais jovens estão mais alinhados aos padrões globais do que aos locais

Entre 25 e 44 anos, eles se mostram mais inclinados a pensar e se comportar dentro das normas culturais das empresas



Profissionais na faixa etária entre 25 a 44 anos se mostram mais inclinados a pensar e se comportar dentro das normas culturais das empresas do que os mais velhos ou mesmo os ainda mais jovens, com menos de 24 anos.
De acordo com um estudo recentemente realizado pela consultoria de recursos humanos Mercer, os profissionais entre 45 e 64 anos se mostraram apenas um pouco inclinados a pensar e agir de acordo com as normas culturais.
Já aqueles que possuem entre 16 e 24 estão mais inclinados a pensar e agir de acordo com os padrões globais dos profissionais desta mesma faixa etária. O estudo, portanto, mostrou basicamente que os jovens estão mais alinhados com os padrões globais do que aos locais.
Internet
O fato de estarem alinhados com os padrões mundiais não foi considerado algo inesperado. Os mais jovens estão mostrando um comportamento que reflete o fato de terem nascido em um mundo onde as redes sociais e todas as formas de conexões on-line são “tão naturais quanto a respiração”, avalia a pesquisa da Mercer.
Isso faz com que os padrões de comportamentos locais se tornem cada vez menos relevantes. O estudo finaliza observando que, assim como os jovens estão alinhados entre si, mundialmente falando, em termos de música, moda, jogos e filmes, o mesmo acontece, quando se tratam de carreira e desenvolvimento profissional.
Aposentadoria
No caso da aposentadoria, o estudo da Mercer mostrou que a força de trabalho jovem em todo o mundo tem visões diferentes sobre essa questão, mas, no geral, é possível notar que essa faixa etária tem grande confiança de que estará financeiramente preparada para a aposentadoria.
Retirado de:  http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/profissionais-jovens-estao-mais-alinhados-aos-padroes-globais-do-que-aos-locais/49149/